quinta-feira, 27 de setembro de 2012

"Guerras Secretas: A Batalha Final"



Os mais poderosos heróis e vilãos do universo Marvel são levados para uma galáxia longínqua por uma força para além de toda a compreensão. Terão que lutar entre eles pela vitória para poder regressar à Terra. Começa assim uma das mais espectaculares sagas que jamais teve lugar na Casa das Ideias. Começam as... Guerras Secretas!
Este volume de Guerras Secretas apresenta a conclusão da mais espectacular guerra galáctia jamais contada! O argumentista Jim Shooter e o desenhador Mike Zeck levam os protagonistas da história a um final apoteótico. O volume conclui com uma narrativa muito reveladora que nos transporta um quarto de século para depois do final das Guerras Secretas.
Histórias:
Invasão!
Ataque contra Galactus!
Morte ao Beyonder!
... Do pó ao pó!
...nada que temer...
Guerras Secretas: 25 anos depois

terça-feira, 25 de setembro de 2012

"Grandes Guerras: Heróis vs Vilões"



Os mais poderosos heróis e vilões do universo Marvel são levados para uma galáxia longínqua por uma força para além de toda a compreensão. Terão que lutar entre eles pela vitória para poder regressar à Terra. Começa assim uma das mais espectaculares sagas que jamais teve lugar na Casa das Ideias. Começam as... Guerras Secretas!
Escrita por Jim Shooter, que era na altura director editorial da Marvel, e desenhada por Mike Zeck e Bob Layton, Guerras Secretas foi o primeiro dos grandes acontecimentos multi-heróis. Uma reunião de personagens como nunca se tinha visto antes na história dos comics, e que se tornou num dos maiores best-sellers de todos os tempos.
Histórias:
Prólogo
O início da guerra
Prisioneiros de guerra!
Tempestade externa, crise interna!
Situação: desesperada!
A batalha dos quatro exércitos!
Uma pequena morte...
Berserker!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

"Sobre Ética e Economia" de Amartya Sen


Este pequeno livro é uma «arca do tesouro» para economistas, filósofos e cientistas políticos interessados nas relações entre a economia contemporânea e a filosofia moral. Redigido num estilo claro, conciso e estimulante, o livro do professor Amartya Sen fornece mais do que uma síntese lapidar da literatura relevante sobre ética e economia. De um modo substancialmente inovador, mostra os contributos que a economia do equilíbrio geral pode dar para o estudo da filosofia moral; os contributos que a filosofia moral e a economia do bem-estar podem dar para a economia contemporânea; e os danos que a utilização incorreta do princípio do comportamento por interesse pessoal causou na qualidade da análise económica.
Sen demonstra que houve um grave afastamento entre a economia e a ética, que provocou uma das principais deficiências da teoria económica contemporânea.

"A Ideia de Justiça" de Amartya Sen


SERÁ A JUSTIÇA UM IDEAL, para sempre além do nosso alcance, ou algo que pode de facto guiar as nossas decisões práticas e melhorar as nossas vidas?
Nesta obra de grande amplitude, Amartya Sen oferece uma visão alternativa às teorias de justiça dominantes que, apesar de muitas realizações concretas, levaram-nos, em geral, argumenta, no sentido errado.
Uma das maiores diferenças entre Sen e os grandes teóricos contemporâneos que reflectem sobre a justiça é que estes se preocuparam essencialmente, por vezes totalmente, em identificar quais seriam os arranjos sociais perfeitamente justos, em vez de clarificarem a forma como diferentes realizações de justiça podem ser comparadas e avaliadas. Enquanto a maioria dos teóricos das principais correntes seguem uma das duas maiores tradições do pensamento Iluminista, nomeadamente a do hipotético "contrato social" perfilhada por Hobbes, Locke, Rousseau, Kant e, nos nossos dias, pelo filósofo político contemporâneo John Rawls, a análise de Sen avança de forma significativa para a outra tradição do Iluminismo que procura reduzir a injustiça, perfilhada de diferentes formas por Smith, Condorcet, Wollstonecraft, Bentham, Mill e Marx.
Na base do argumento de Sen está a sua insistência no papel da razão pública que cria aquilo que pode tornar as sociedades menos injustas. Mas está na natureza do raciocínio sobre a justiça, argumenta Sen, não permitir que todas as questões sejam colocadas mesmo em teoria; há escolhas a ter em conta entre avaliações alternativas daquilo que é razoável, cada uma das várias posições, diferentes e concorrentes entre si, pode ser bem defendida. Longe de rejeitar tais pluralidades, ou tentar reduzi-las para lá dos limites da racionalidade, devemos usá-las de forma a construir uma teoria de justiça que possa absorver pontos de vista divergentes. Sen mostra também como as preocupações relativas aos princípios de justiça no mundo moderno devem evitar o paroquialismo e, mais, tratar das questões de injustiça global.
Esta energia de visão, acuidade intelectual e natureza humana admirável de dos mais influentes intelectuais politólogos a nível mundial nunca apareceu tão bem revelada como neste livro notável.

“CREIO QUE A IDEIA DE JUSTIÇA de Amartya Sen é uma das contribuições mais importantes para o tema desde que apareceu a Teoria de Justiça de Rawls, em 1971. A abordagem desse livro foi tentar trabalhar uma base para um Estado-nação idealmente justo. Tendo perfeito conhecimento do caminho de ruptura trilhado por Rawls, Sen – laureado com o prémio Nobel em Economia e teoria da escolha social, e um profundo filósofo social –, com esta abordagem ‘transcendental’, chama a atenção para problemas sérios e argumenta que aquilo que precisamos com urgência, neste nosso mundo conturbado, não é de uma teoria de um Estado idealmente justo, mas de uma teoria que possa fornecer a base para juízos, como a justiça comparativa, juízos que nos digam quando e por que razão estamos a aproximar-nos ou a distanciarmo-nos da concretização da justiça num mundo globalizado.
Sen traça com o seu conhecimento em todos os campos que menciono ideias básicas para a tal teoria.
Além disso, discute, com iluminado pormenor (e histórica e trans-culturamente informado), questões fundamentais relacionadas com a democracia, os direitos humanos, o desenvolvimento económico e a natureza e os limites da democracia – a objectividade ética. Esta é uma obra que merece o maior número de leitores possível.”
Hilary Putnam, Professor Emérito em Filosofia, dirige a Cátedra Cogan University, na Universidade de Harvard, e é ex-Presidente da Associação de Filosofia Americana

“NUMA PROSA LÚCIDA E DINÂMICA A Ideia de Justiça oferece-nos uma filosofia política mais dedicada à redução da injustiça na Terra do que à criação de castelos no ar idealmente justos. Amartya Sen aplica as suas formidáveis capacidades argumentativas e a sua erudição profunda e sem limites à tarefa de trazer a filosofia política num frente a frente com a aspiração humana e a privação humana no mundo real, para cuja melhoria ele tem devotado a sua vida intelectual.”
G. A. Cohen, dirige a Cátedra Chicele em Teoria Política e Social, e é Professor Emérito na Universidade de Oxford

“TENDO EM CONTA A SUA ENERGIA e profundidade intelectual, não surpreende que a análise de Sen do conceito de justiça seja de uma análise e síntese crítica da maior importância.”
Kenneth Arrow, Professor de Economia, dirige a Cátedra Joan Kenney e é Professor Emérito de Investigação em Operações na Universidade de Stanford

“POUCOS PENSADORES CONTEMPORÂNEOS tiveram um impacto tão directo nos acontecimentos mundiais como Amartya Sen. Esta apresentação maravilhosamente lúcida da sua abordagem à justiça marcará um compasso inestimável para todos aqueles que lutam contra a injustiça por todo o mundo.”
Philppe Van Parijs, dirige a Cátedra Hoover de Ética Económica e Social, na Universidade de Lovain

“NESTE INTRINCADO E INFINDAVELMENTE ESTIMULANTE LIVRO Sen demonstra toda a força do seu pensamento brilhante e juízo moral.”
Financial Times

“PARA QUEM GOSTA DE DISCUSSÕES INTELIGENTES e longe dos lugares comuns.”
The Sunday Times

“ESTA ELOQUENTE E ESTIMULANTE NOVA OBRA DE SEN é de certa forma um comentário a Rawls, mas o seu grande refinamento dá-lhe maior aplicabilidade.”
Newyorker

“UM LIVRO VERDADEIRAMENTE IMPORTANTE”
The New Republic

“SEN É UM DOS GRANDES PENSADORES DA NOSSA ERA“
The Times

Amartya Sen




Amartya Sen (Santiniketan3 de novembro de 1933) é um economista indiano.
Foi laureado com o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel de 1998, pelos seus contributos para a teoria da decisão social, e do "welfare state".
Nascido em 1933, em Santiniketan, Amartya Sen já lecionou na Delhi School of EconomicsLondon School of EconomicsOxford e Harvard. Reitor de Cambridge, é também um dos fundadores do Instituto Mundial de Pesquisa em Economia do Desenvolvimento (Universidade da ONU).
Seus livros mais importantes incluem "On Economic Inequality", "Poverty and Famines" e "On Ethics and Economics".
Sua maior contribuição é mostrar que o desenvolvimento de um país está essencialmente ligado às oportunidades que ele oferece à população de fazer escolhas e exercer sua cidadania. E isso inclui não apenas a garantia dos direitos sociais básicos, como saúde e educação, como também segurança, liberdade, habitação e cultura.
"Vivemos um mundo de opulência sem precedentes, mas também de privação e opressão extraordinárias. O desenvolvimento consiste na eliminação de privações de liberdade que limitam as escolhas e as oportunidades das pessoas de exercer ponderadamente sua condição de cidadão", diz Amartya.
Foi, em 1993, juntamente com Mahbub ul Haq, o criador do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que e vem sendo usado desde aquele ano pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no seu relatório anual.
Sua lucidez tem atraído a atenção de economistas, cientistas e educadores do mundo todo. Recebeu doutoramento honoris causa pela Universidade de Coimbra em 2011.
É autor, entre outros, de "Desenvolvimento como Liberdade", publicado em 2000.

"X-Men: Graduação"



Ciclope. Fera. Anjo. Homem de Gelo. Garota Marvel. Filhos do Átomo. Os alunos de Charles Xavier, mutantes temidos e odiados por um mundo que juraram proteger. Eles são os mais estranhos heróis jamais nascidos. Eles são os X-Men.
Em 1969, a série dos X-Men era a que pior vendia na Marvel. Tornou-se claro que os mutantes precisavam de uma nova direcção, e com a entrada de Roy Thomas e Neal Adams tudo mudou. Estes dois gigantes do comic americano reinventaram os X-Men e ofereceram aos leitores algumas das mais fascinantes aventuras que os mutantes jamais tinham vivido. Uma obra-prima absoluta, que foi um marco inesquecível na série dos X-Men.
Histórias:
O que é... O poder?
Os sentinelas vivem!
Missão: homicídio!
Faz ou morres, querida!
À sombra de Sauron
Os monstros também choram!
Estranhos... Numa terra selvagem!
Guerra no mundo subterrâneo
A chegada do fogo solar
Antes de ser um escravo...
Os mutantes e o monstro

"Justiceiro: Diário de Guerra"



Depois de um grupo de criminosos ter assassinado a sua família, Frank Castle jurou dedicar o resto da sua vida a vingá-la. Treinado como soldado de elite e equipado com um arsenal militar de alta tecnologia, inicia uma interminável e impiedosa cruzada contra o crime. Agora Frank mudou de nome. Ele é... o Justiceiro!
O Justiceiro surgiu numa altura em que este tipo de vingadores urbanos invadiam a cultura popular na América, e é uma das mais significativas personagens do universo Marvel. Este volume recolhe a primeira saga em que o célebre desenhador Jim Lee se tornou famoso, numa época da série em que o Justiceiro alcançava um êxito comercial imenso enquanto combatia contra sequestradores, traficantes, assassinos e mesmo... dinossauros!
Histórias:
Olho por olho 1: um domingo no parque
Olho por olho 2: laços amarelos
Olho por olho 3: um prato que se serve frio
Sniper
O cadinho
No encalce de animais misteriosos
Espécie em perigo
Dano

"Wolverine: Madripoor"



Nascido com sentidos muito apurados, garras retrácteis e um poder de regeneração absolutamente incrível, o mutante chamado Logan foi submetido a um terrível e doloroso processo que cobriu os seus ossos com um metal inquebrável, tornando-o no mais formidável dos guerreiros. Tornando-o em... Wolverine!
Wolverine é sem dúvida a mais importante personagem da Marvel contemporânea e alcançou a fama como membro dos X-Men. Até que um dia conseguiu a sua própria série! Este volume inclui o prólogo dessa série, bem como os cinco primeiros episódios, todos realizados pela incrível equipa criativa de Chris Claremont e John Buscema.
Histórias:
O bom
O mau
As miúdas
A provação
O resgate
A coisa fica feia...
A coisa fica mais feia!
O combate!
O confronto
A resolução
Em busca da espada
A posse é a lei
...a espada negra...
Desporto mortal
A lua do caçador!