segunda-feira, 22 de abril de 2013
Sem sentido
Numa manhã de novo aquele acordar tenso. Uma névoa que de familiar já não me espanta surge no horizonte num sem mais e num sem cor que tinge uma vez o meu dia. Depois de um almoço de leite regado com os tradicionais ceriais criados nos EUA. Assim a manhã começa numa sujeição sem consciência à velha tradição anglo-saxónica austera mas temos de anuir que é saborosa. Uns sabores e outros desamores que campeiam numa vida tépida e sensaborona. Uma fugaz aparição leva um não sei quê de tontice que permite uma felicidade. Felicidade tonta é a mais bela e pura felicidade baseada na inocência e ainda mais na ignorância.
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